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18/08/2012

Dei uma trepada com a gostosinha da Mulher do Pedreiro


CONTOS ERÓTICOS


Quem leu a primeira parte desta história, sabe como fomos parar no motel Regina e eu. Portanto vamos retomar de onde paramos.


Após aquela refeição leve resolvemos voltar para a cama e continuar a aproveitar a nossa tarde. Deitamos um ao lado do outro e começamos a nos acariciar. Rapidamente nossos sexos despertaram e a vontade de transar tomou conta de nós. Não tinha tido oportunidade de mamar naqueles peitinhos apetitosos portanto era chegada a hora de fazê-lo.

Ao mesmo tempo em que a minha língua circundava os biquinhos eretos com a mão bolinava a entradinha da xota em busca do grelinho dela. O mulher tinha um clitóris muito discreto que quase não ultrapassava os lábios entumescidos, mesmo excitada mal dava para perceber aquele grelinho lindo. Assim enquanto chupava os biquinhos dos seios aproveitava para excitar a mim e a parceira. Não demorou quase nada e já estavamos doidos por uma nova foda.

Convenci Regina a ficar de quatro na beirada da cama, pois a minha intenção era meter naquele cuzinho lindo. Ela concordou em ficar de quatro como pedi, mas disse não ao sexo anal. Afirmou que nunca tinha feito aquilo e que tinha ouvido que doía demais. Achei que ainda não era hora de insistir, mas aquela afirmação de que seu cuzinho era virgem me deixou com muito mais tesão ainda.

É sempre um prazer redobrado quando sabemos que estamos sendo o primeiro a invadir um território como aquele. Sentimo-nos como um verdadeiro desbravador que conquista um território selvagem. Tirar um cabaço, seja da buceta ou do cú e sempre uma vitória, a prova insofismável da nossa capacidade de sedução e convencimento. Mas deixando as divagações de lado. Me posicionei em pé junto a cama ergui um pouquinho mais o quadril da mulher para que a minha piroca já extremamente rígida ficasse exatamente na posição de invasão. Com bastante carinho, dizendo o quanto ela era gostosa abri os lábios vaginais e apontei o membro na entradinha da xaninha, sem contudo forçar a entrada e fiquei alguns segundos ali quietinho, usufruindo do calor que emanava da xotinha molhadinha. Regina esperava impaciente pela enterrada que não acontecia, até que não agüentando mais esperar disse:

- Vamos, enfia logo que eu não agüento mais de tesão.

Era tudo que eu queria ouvir. Sem brutalidade, mas com firmeza fui atolando a minha pica até que a minha pélvis encostasse no seu períneo. A mulher começou a rebolar no meu instrumento como fizera quando se colocara sobre mim. Ela tinha uma maleabilidade nos quadris impressionante e aquele rebolado com a pica completamente encaixada, aumentava ainda mais o meu tesão.

Agarrei Regina pelos quadris e socava com bastante energia, enterrando até que o meu saco colidisse com o corpo dela, tirava completamente e tornava a entrar firme e profundamente. Ela urrava de prazer. E aquilo me dava um prazer enorme. A visão da mulher de quatro sendo penetrada por traz refletida no espelho lateral a cama me levava a loucura. Por mais que eu procurasse prolongar a foda, acabei gozando intensamente também. Não sei precisar quantas vezes Regina gozou, mas com certeza foram varias gozadas, pois quando eu soltei seus quadris, ela caiu de bruços sobre a cama, parecendo esgotada. Ao ver aquele corpo abandonado de bruços, não pude resistir e com carinho comecei a beijar aquela bundinha linda, e com jeitinho forcei um pouco uma das bandinhas só para admirar aquele cuzinho virgem marronzinho que eu precisa invadir. Passei a língua suavemente sobre ele que piscou, ao contato áspero e quente. Regina não fez nenhuma tentativa de fugir deste contado, deixando claro que estava gostando.

Depois de alguns beijinhos e linguadas no cuzinho, sentindo que ela estava relaxada pedi que empinasse um pouquinho o bumbum. Ela obediente atendeu. Pude então dedicar minha exclusiva atenção à aquele buraquinho rugoso. A cada lambida ela respondia com uma piscada como se ao contado da língua quente ela tentasse fechá-lo ainda mais, já que ele era extremamente apertadinho.

Começei a introduzir a ponta da língua forçando a entrada do furinho. Quanto mais eu forçava, mais a mulher se contraia para não deixar que ela entrasse. Insisti, mas não houve jeito dela relaxar. Entendi que não valia a pena forçar a barra naquele momento. Deixei a mulher deitada descansando e fui para a piscina. Um pouco depois ela apareceu na borda da piscina enrolada em uma toalha. Indaguei se ela havia descansado ela respondeu:

- Você acabou comigo, eu nunca imaginei que pudesse gozar taão intensa e sucessivamente. Tive que tomar um banho porque ao levantar senti que algo quente e grosso estava escorrendo pelas minhas coxas. Estou com as pernas bambas.

- isso quer dizer que hoje não rola mais nada?

- Você está louco? Estou esgotada e ardida, a pobrezinha está inchada, precisando se recuperar.

- Poxa que pena, pois ainda temos tempo e eu queria mais, comentei.

- Só se for uma punhetinha, porque eu não agüento mais não.

- Se não dá para ser outra coisa, eu aceito uma punhetinha mesmo.

- Outra coisa como o que? perguntou ela.

- Uma chupadinha por exemplo!

- Hoje não, quem sabe um outro dia.

Sai da água deitei na espreguiçadeira e a mulher começou a acariciar meu pau, que estava meio mole, mas logo,logo se aprumou.

Ela comentou:

- Pensei que hoje você não ia querer mais nada, mas pelo visto?

- pedi que ela tirasse a toalha porque a visão da sua bocetinha inchada me daria mais tesão ainda.

Ela disse não, e aumentou um pouco a velocidade da mastubação estava delicioso e acabei gozando de novo é bem verdade não foi uma gozada maravilhosa, acho que o estoque de leite estava quase esgotado, mas mesmo assim ainda escorreu um pouco pela lateral da mão da mulher que manteve o meu pênis seguro com firmeza,

até que a última pulsação esgotasse a última gotinha de porra. Pedi que ela não desperdiçasse o meu leitinho, que estava em sua mão sugerindo que ela o sorvesse mas ela novamente respondeu que não levantando-se e foi lavar a mão gozada.

Essa foi a primeira das nossas idas ao motel, depois eu conto como consegui desvirginar aquele rabinho. Mas a verdade é que nos toranmos amantes por um longo período.

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